segunda-feira, 25 de maio de 2009

Inspecções Programadas (tecnologia Tipo II) STC


Dentro dos veículos automóveis há vários tipos de veículos, que consoante a sua categoria assim são obrigados por lei a ter uma vistoria. Consoante o tipo de veículo assim tem um tempo limite para as visturias: Se for um automóvel ligeiro de passageiros, a sua 1ª visturia é passado os primeiros quatro anos: depois passa a ser de dois em dois anos até atingirem a idade de oito anos: e depois é todos os anos. A visturia é obrigatória ser feita no mês da compra e antes do dia da compra, ou no próprio dia: se for um automóvel ligeiro de mercadorias são os primeiros dois anos e depois todos os anos. No caso dos automóveis pesados, o tempo ainda é mais reduzido: desde que se compra até ao abate as vistorias são todos os seis meses. Nessas vistorias é verificado o estado dos pneus, suspensão, fugas de óleo, os gáses poluentes, travões, todo o tipo de luzes desde as que indicam perigo até às que informam se está tudo a funcionar, e as que iluminam; todas as peças que ponham em causa a segurança do próprio veículo e a dos outros condutores que andam na estrada.
No acto da inscrição no escritório é preciso apresentar todos os documentos que pertencem ao veículo inclusive o da visturia anterior, caso o veículo já tenha sido inspecionado alguma vez e pagar. Depois do veículo ter sido inspecionado e ter tudo em ordem, é passado um certificado comprovativo em como o veículo reúne a segurança para poder circular até à proxima inspecção juntamente com um selo para colocar no canto superior direito do vidro, para inspeccão fiscal.
Caso o veículo apresente alguma anomalia tem vinte e quatro horas para voltar a ser reinspecionado e nesse caso o pagamento reduz para metade; caso não se apresente dentro desse período tem que pagar a visturia na totalidade.

Onde se devem fazer as revisões? (Sociedade Tipo I)STC



Na minha opinião, penso que as revisões devem ser feitas nas próprias marcas, porque existe pessoal mais especializado, com formação adequada para mexer melhor na marca, que qualquer um habilidoso que trabalha em todas as marcas e não é especializado em nenhuma. Por vezes, a pensar que se vai poupar alguns euros em ir a um habilidoso acaba-se por gastar mais porque o tempo que se perde à espera e o transporte que se gasta para ir buscar as peças da origem acaba por ficar mais dispendioso. Outra das vantagens das revisões serem feitas na origem é que dão garantia naquilo que fazem. No que diz respeito a ferramentas nem se fala. Os da origem têm obrigação de estarem apetrechados de ferramentas necessárias para qualquer tipo de avarias existentes.

sábado, 23 de maio de 2009

Visita a uma exposição: "FOTOGRAFIA" CLC

Actividade de enriquecimento


No dia 21 de Maio das 19.00h às 21.00h a turma EFA NS foi fazer uma visita a uma exposição do Filipe Lamas, no museu municipal de Vila Pouca de Aguiar onde estavam expostas fotografias de várias paisagens relacionadas com as caminhadas pedestres realizadas pelo grupo de caminheiros de Vila Pouca de Aguiar. A Exposição tinha o nome de Exposição 17: o autor pensou neste nome por ser a 17ª caminhada no dia 17 e ser 17 caminheiros.
Esta actividade de enriquecimento enquadra-se no núcleo gerador: Equipamentos e sistemas técnicos (EST) tendo como tema: Transformações e evoluções técnicas (TET) que está a ser leccionado pelos formadores de CLC1, CLC2, STC1 e STC2
Foi muito enriquecedora e cultural..

Visita a uma exposição: "MUSEU DO SOM E DE IMAGEM" CLC

Actividade de enriquecimento


No dia 08 de Maio pelas 19.00h a turma EFA NS foi fazer uma actividade de estudo a Vila Real, a uma exposição: estavam expostas máquinas de tempos remotos. Foi uma visita muito interessante: Nela se encontravam máquinas de projectar cinema desde o século XVIII e a evolução que foram sofrendo até aos nossos dias; também estavam expostas máquinas que produziam sons, como o vento, a trovoada e a chuva.
Também havia expostas máquinas fotográficas desde as mais remotas até às mais modernas e juntamente também apreciámos algumas fotografias de momentos mais importantes da época. A Esta actividade de enriquecimento enquadra-se no núcleo gerador: Equipamentos e sistemas técnicos (EST) tendo como tema: Transformações e evoluções técnicas (TET) que está a ser leccionado pelos formadores de CLC1, CLC2, STC1 e STC2
Aproveitámos também para ver uma exposição de quadros do pintor “CARGALEIRO”.
Seguidamente, fomos a um restaurante chinês onde jantámos todos em convívio.
Foi muito divertida, enriquecedora e cultural, esta actividade.

"WORKSHOP" CLC

Actividade de enriquecimento


No dia 18 de Maio das 19.00h às 21.00h turma EFA NS foi fazer um workshop sobre fotografia no auditório do Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Pouca de Aguiar Sul, edifício secundário, onde ficámos a saber que tipo de máquinas são usadas e a maneira como são utilizadas; foi proferida pelo Filipe Lamas, especializado em fotografia com um currículo muito acentuado. No final tivemos uma sessão de fotografias.
Achei muito importante para nós.
Ficámos a saber o funcionamento da máquina fotográfica, qual a melhor máquina e a que melhor se adapta para diferentes situações.
Esta actividade de enriquecimento enquadra-se no núcleo gerador: Equipamentos e sistemas técnicos (EST) tendo como tema: Transformações e evoluções técnicas (TET) que está a ser leccionado pelos formadores de CLC1, CLC2, STC1 e STC2.
Foi muito divertida, enriquecedora e cultural.
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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Carta de reclamação CLC

Vitor Manuel Ribeiro Gonçalves
Bº Sá Carneiro Blº A Nº 6
5450 - 010 Vila Pouca de Aguiar




Exmo. Sr.
Presidente da Comissão Executiva Instaladora do
Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Pouca de Aguiar Sul
Vitor Manuel Ribeiro Gonçalves, residente no Bº Sá Carneiro Blº A - Nº6 telefone 259408081 em Vila Pouca de Aguiar, vem expor a V. Exª. o seguinte assunto:
No dia 5 de Maio quando este cidadão se deslocava ao Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Pouca de Aguiar Sul, no edifício secundário, deparou que não tinha acesso ao segundo piso para tirar uma certidão de habilitações.
Ora como não podia deslocar.se, teve de pedir a um empregado que se prontificou a fazê-lo de imediato.
Assim, vem o signatário, pedir a V. Exª. para que sejam tomadas as devidas previdências para que factos desta natureza não se repitam.




Vila Pouca de ASguiar, 7 de Maio de 2009




Vitor Manuel Ribeiro Gonçalves

terça-feira, 21 de abril de 2009

Desenvolvimento e Pobreza (CP)














Desde que existe espécie humana sempre houve desigualdade entre as pessoas. Umas com mais poder económico outras com menos. É verdade que no mundo actual já não devia haver tantas diferenças; mas infelizmente ainda há muita desigualdade e até me parece que os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Os ricos sempre dominaram as classes mais desfavorecidas a favor da ganância e da hipocrisia. São capazes de transferir as suas fábricas para outros sítios, não se importando da miséria que vão criar, em troca de mais alguns lucros que possam ir buscar noutros sítios, onde as pessoas são mais exploradas, e sem direitos. Devido à crise que o mundo está a atravessar nota-se muito isso. Os responsáveis governamentais de todos os países, que poderiam fazer alguma coisa, não me parece que estejam a fazer aquilo que poderiam fazer; porque põem os interesses político- partidários à frente do combate à corrupção. Temos as grandes potências, como os EUA (Estados Unidos da América), a UE (União Europeia) e todos os países desenvolvidos, se tivessem um pouco mais de consciência e se preocupassem em ajudar os países que estão a atravessar graves situações de fome e doenças, mortes, todos poderíamos viver em melhores condições. Não percebo como há pessoas que por causa de engrossarem os seus lucros não reparam em pessoas que sobrevivem apenas com um a dois dólares por dia, quando eles têm dinheiro para esbanjarem em coisas supérfluas.
Alguns que com a sua hipocrisia ajudam financeiramente os países mais pobres, mas estão com a ideia de ir buscar a recompensa de alguma maneira. Se por um lado dão subsídios para ajudarem os agricultores, pescadores, etc., a desenvolverem as suas actividades, por outro lado não os deixam vender os seus produtos, porque esses mesmos que os subsidiam conseguem por os seus produtos mais baratos no mercado. Abriram o mercado livre para que toda a gente pudesse comercializar os seus produtos; mas, pelos vistos ainda veio piorar mais a situação.
Nos países Africanos, Asiáticos que até são possuidores de grandes riquezas, os políticos encarregam-se de a apanharem para eles, enquanto o seu povo é reprimido, numa espécie de escravatura.
A minha ideia era poder acabar com a pobreza mas infelizmente apenas posso ficar com a ideia não podendo concretizá-la…