quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Biografia de Maria de Lurdes Pintasilgo (CP2)


Maria de Lurdes Pintassilgo nasceu na freguesia de São João, concelho de Abrantes, filha de Jaime de Matos Pintassilgo, empresário da indústria de lanifícios na Covilhã, e de Amélia do Carmo Ruivo da Silva Matos Pintassilgo, doméstica.
Na altura do seu ingresso escolar, a família de Maria de Lurdes Pintassilgo abandonou Abrantes e foi para Lisboa.
Realizou a instrução primária numa escola particular. Ingressou no Liceu D. Filipa de Lencastre, onde terminou o curso secundário como a melhor aluna do liceu, tendo ganho por duas vezes o Prémio Nacional.
Licenciou-se em Engenharia Químico-Industrial, no Instituto Superior Técnico de Lisboa, numa época em que eram poucas as mulheres que enveredavam pela área da engenharia. Entre os 250 alunos do curso, apenas 3 eram mulheres. Desejava mostrar que o desafio do mundo industrial era também acessível às mulheres.
Iniciou a sua carreira profissional, como investigadora na Junta Nacional de Energia Nuclear, como bolseira do Instituto de Alta Cultura.
Foi nomeada chefe de serviço no Departamento de Investigação e Desenvolvimento da Companhia União Fabril (CUF), que aceitou pela primeira vez uma mulher nos seus quadros técnicos superiores.
Foi coordenadora de programas de formação no domínio da emancipação da mulher.
Foi designada, pelo Papa Paulo VI, representante da Igreja Católica.
Foi mentora do projecto, para uma Sociedade Activa para a Igualdade de Oportunidades entre as Mulheres e os Homens. Lutou para a Igualdade e os Direitos das Mulheres.
Após recusar o convite do presidente do Conselho, Marcelo Caetano, para integrar a lista de deputados à Assembleia Nacional, aceitou ser designada procuradora à Câmara Corporativa na Secção XII. Foi a primeira mulher a exercer funções nesta secção.
Presidiu ainda, novamente a convite de Marcelo Caetano, ao Grupo de Trabalho para a Participação da Mulher na Vida Económica e Social.
Depois da revolução do 25 de Abril de 1974, foi nomeada secretária de Estado da Segurança Social no I Governo Provisório. Foi eleita, por quatro anos, membro do Conselho Executivo da UNESCO. Foi indigitada pelo presidente da República, general Ramalho Eanes, para chefiar o V Governo Constitucional, um governo de gestão incumbido de preparar as eleições legislativas intercalares. Tornou-se a primeira mulher portuguesa a assumir o cargo de chefe do Governo. Apoiou a candidatura do general Ramalho Eanes à Presidência da República.
Exerceu funções como consultora do presidente da República, António Ramalho Eanes.
Foi candidata independente às eleições presidenciais onde pela primeira vez os candidatos eram civis e não militares, não tendo conseguido ganhar.
Foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo tornando-se na primeira mulher agraciada nessa Ordem com esse grau.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Mini Dicionário das Novas Tecnologias (CLC2)

Com as novas tecnologias de comunicação tornou-se necessário, para se evitar gastar mais dinheiro nas mensagens escritas, inventar uma maneira de se escrever a mesma frase, mas com algumas abreviaturas. Quando no outro dia fui visitar o meu Hi5, verifiquei estas abreviaturas abaixo mencionadas, que algumas até abreviam bastante o que se quer dizer, mas também verifico que outras não abreviam em nada. Simplesmente é uma forma de tratar as pessoas com outro tipo de carinho, ou simplesmente escrever como pronunciam as palavras. Se por um lado acho engraçado e penso que existe um certo tipo de inteligência, por outro, penso que se está a contribuir para estragar a língua portuguesa: porque com o grande uso que se dá, as futuras gerações vão passar a escrever como falam e não o português correcto.axu-----acho
adrt-----adoro-te
amt------amo-te
akele-----aquele
akelex----aqueles
axim------assim
btt--------bastante
bj---------beijo
bouah-----boa
nitah------bonita
kapax-----capaz
koisas-----coisas
cmg-------comigo
kmo-------como
kmpleta---completa
knhecer---conhecer
ctg--------contigo
kntinuar--continuar
dxta------desta
dox-------dos
i----------e
eh--------é
xkrever--escrever
xkecer---esquecer
xte-------Este
fg--------foge/fogo
pic-------fotografia
girah-----gira
gxto------gosto
istuh-----isto
lah-------lá
mior-----melhor
ninah----menina
msm-----mesmo
mia------minha
mt-------muito
mtos-----muitos
ndah-----nada
noxa-----nossa
u---------o
obgd------obrigado
outrox----outros
oblá-------ouve lá
ouve.se----ouve-se
pah--------pá
pa---------para
Pk ou pq--Porque
pko-------pouco
prexixo---preciso
prof------professor
qdo------Quando
k--------Que
xim------sim
xou------sou
tbm-----também
td-------todo/tudo
td-------tudo
x's------vezes
vcs-----vocês

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Reflexão sobre Pluralismo e Democracia CP3


Democracia significa o poder do povo. Portanto, vivendo-se numa democracia pluralista, o povo tem mais hipóteses de poder escolher, o partido com os seus ideais, para os representar no governo; e quantos mais partidos políticos forem a apresentar as suas ideias, mais possibilidades o povo tem de poder escolher, o que mais se aproxima das suas ideias, para poderem defender as leis que mais os protegem. O nosso tempo é um tempo paradoxal, se, por um lado, parece haver reunidas as condições técnicas para cumprir as promessas da modernidade ocidental, como a promessa da liberdade, da igualdade, da solidariedade e da paz, por outro lado é cada vez mais evidente que tais promessas nunca estiveram tão longe de ser cumpridas como hoje. Penso que se olharmos para o passado recente do dia 11 de Março vivido no país vizinho de Espanha, facilmente nos sentimos cada vez mais distantes da concretização dessas mesmas promessas democráticas. E este é apenas um exemplo.
Não devemos considerar a democracia como algo natural, e como o resultado de uma evolução moral da sociedade, porque é evidente, que nos nossos dias o regime democrático é frágil e incerto. A democracia é frágil. Trata-se de uma conquista que necessita de ser defendida constantemente.
Em democracia os protestos constituem lutas entre adversários que lutam por caminhos diferentes, mas que respeitam sempre a diferença que os separa.
É na interacção com os outros que os interesses económicos, morais, emocionais, constrói os objectivos políticos e visões morais.
As emoções manifestam-se em culturas.
O protesto torna-se, um meio para que as pessoas expressem as suas sensibilidades e princípios morais.
Na minha perspectiva, as dimensões políticas comportam uma maior capacidade nas novas orientações nos processos de acção colectiva.
Em Democracia existem dimensões da estrutura política que podem difundir as oportunidades de grupos para levar a cabo uma mobilização colectiva ou para interferir com maior ou menor sucesso nos processos de decisão política.
Na análise dos conceitos de cidadania, de sociedade justa e de justiça social, não acredito numa sociedade justa ou numa justiça social.
O esvaziamento político do conceito de cidadania a que assistimos hoje, nas sociedades é sobretudo evidente nos grupos sociais, que ocupam os escalões inferiores do sistema de desigualdade ou de rejeição, no sistema de exclusão
Como afirmei no início da reflexão, o protesto é socialmente construído.
A cidadania, por sua vez, é uma questão central.
Neste sentido podemos reivindicar ou repensar em ter acesso à cidadania.
A Democracia é o sistema político de governo em que o poder soberano reside no povo, que o exerce directamente ou por representantes, periodicamente escolhidos em eleições livres e justas.
A democracia é uma necessidade vital para o ser humano e sem ela não se realiza o desenvolvimento da Humanidade, democracia é sinónimo de liberdade. Só em liberdade, o Homem dispõe das condições mínimas, para a concretização do espírito de iniciativa que lhe é inerente e para dar asas à criatividade, do desenvolvimento da sociedade humana. Democracia é solidariedade, sem liberdade e sem democracia não se realizam.
A democracia é o pior dos regimes políticos. Considerado por alguns políticos. Mas apesar de tudo é o melhor sistema de entre os outros. Em 13 de Dezembro de 2007, os dirigentes da União Europeia assinaram o Tratado de Lisboa, pondo fim a vários anos de negociações sobre questões institucionais. Após vários problemas com a sua ratificação, entrou em vigor no dia 1 de Dezembro de 2009. Uma Europa mais democrática e transparente, com um papel reforçado para o Parlamento Europeu e mais oportunidades para que os cidadãos façam ouvir a sua voz. Um papel reforçado para o Parlamento Europeu: o Parlamento Europeu, directamente eleito pelos cidadãos da União Europeia, terá novos poderes importantes no que se refere à legislação e ao orçamento da União Europeia, bem como aos acordos internacionais. Em especial, em relação à maior parte da legislação da União Europeia, o recurso mais frequente à co-decisão no processo de decisão política, colocará o Parlamento Europeu em pé de igualdade com o Conselho. Uma voz mais forte para os cidadãos: por exemplo, um grupo de, pelo menos, um milhão de cidadãos de um número significativo de Estados-Membros poderá solicitar à Comissão que apresente novas propostas políticas.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

COMENTÁRIO AO FILME BROKEBACK MOUNTAIN CP3


O Segredo de Brokeback Mountain traz valor acrescentado a uma das mais tocantes histórias que o cinema nos deu a conhecer nos últimos tempos. Esta é uma história sobre o medo, e a carga de culpa que este pode projectar em quem se subjuga a ele. Mas também um retrato de verdades interiores impossíveis de aflorar no clima puritano, de pecados e castigos, da América rural de 60.
É, ainda em muitos casos e lugares, da América rural de hoje. E não só..." Um filme extremamente sensível, trata-se de um romance entre dois homens de uma maneira que qualquer público ao vê-lo esquece os preconceitos e torce para que tudo dê certo no fim.
Um filme excelente, de Ang Lee que venceu em dois mil e cinco três Óscares: melhor realizador, melhor guião adaptado e melhor banda sonora, perdendo para Crash o prémio de melhor filme: na minha opinião injustamente.
Numa época em que Portugal tanto discute e foi aprovado o casamento entre sexos iguais este filme relata a realidade.
No meu modo de ver cada um é livre de ser como é, e devemos ser tolerantes, sobre que estilo de vida deseja viver.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Novos Conceitos de Gestão (Empresas Organizações e Modelos de Gestão) STC CIência Tipo III


O emprego tradicional, com carreiras que conduziam os trabalhadores da base ao topo das carreiras, deu lugar a trabalhos, alguns efectuados a partir de casa. Os trabalhadores por conta de outrem vivem dias difíceis. Com o aumento dramático da concorrência, em consequência da globalização e da liberalização dos mercados, todos os dias encerram empresas.
As firmas que sobrevivem são obrigadas a aderir aos novos conceitos de gestão. Pode consistir em reduzir os níveis hierárquicos das empresas com o objectivo de torná-las mais competitivas. Na prática, implica uma redução do número de trabalhadores como forma de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade.
É recomendado que se contratem outras firmas para realizarem algumas tarefas feitas por departamentos internos da empresa. Entregar algumas actividades de suporte a quem saiba fazer melhor, é uma das ideias. As tarefas entregues a terceiros podem ir do simples processamento de salários até à gestão da frota de mercadorias. As pessoas que anteriormente desempenhavam essas tarefas ficam sem trabalho para fazer e mais tarde ou mais cedo acabam no desemprego.
É talvez o mais revolucionário e radical dos conceitos de gestão entre os administradores das empresas. A receita consiste em repensar a empresa com o objectivo de reduzir custos. O resultado final acaba por ser o mesmo das terapias anteriores: mais despedimentos. Em muitos casos a idade avançada e a falta de qualificações profissionais impede-os de arranjar um novo emprego.
Mesmo para os que ficam nada é igual. A situação que se vive no mercado de trabalho é estrutural. A evolução dos mercados e da tecnologia obriga as empresas a mudanças constantes, pelo que já não faz muito sentido estruturar uma vida em torno de uma organização temporária.
A maior parte dos jovens portugueses vêem um futuro muito difícil não conseguem regularizarem a sua vida e cada vez mais saem da casa de seus pais e mais tarde constituem família.
Os jovens que agora entram no mercado de trabalho verificam que tudo mudou. Nem as empresas sólidas garantem um emprego para a toda a vida. Os planos de carreira com promoções por antiguidade, que conduziam os indivíduos da base ao topo das hierarquias das empresas, tendem a acabar.
Na nova economia, em vez de empregos temos trabalhos: os contratos por tempo indeterminado e os recibos verdes, estão agora a ser a actualidade. As ocupações temporárias, são cada vez mais uma percentagem elevada. Já há empresas que entregam o trabalho para ser feito em casa através da internet.

Diferenças salariais e contributivas entre trabalhadores por conta de outrem e trabalhadores independentes: (Tecnologia Tipo II)



Em relação aos salários, os trabalhadores por conta de outrem podem contar mais ou menos, no final do mês com uma remuneração certa (isto se a empresa de um momento para o outro não for à falência) e pode fazer os seus projectos (não por grandes períodos porque hoje em dia nada é certo).
Os trabalhadores independentes podem obter os seus rendimentos junto de várias entidades e ter maior rendimento mensal, assim como podem ter meses que não tem rendimentos. Não pode fazer projectos.
A nível de descontos obrigatórios para a segurança social e IRS ambos têm os mesmos deveres mas com diferentes direitos; se o trabalhador por conta de outrem ficar doente, tem direito a Baixa Médica: os de recibos verdes não têm direito a Baixa Médica só lhes conta para efeitos de reforma. Em relação aos impostos. Nos trabalhadores por conta de outrem a própria entidade patronal encarrega-se de fazer os descontos sendo pagos uma percentagem paga pelo patrão e a outra pelos trabalhadores: Os trabalhadores a recibo verde descontam na totalidade. Também existe outra diferença, é que os trabalhadores dependentes que auferirem um vencimento superior a seiscentos euros desconta IRS e para efeitos de dedução fiscais, tem que apresentar despesas com educação, saúde, seguros de vida, poupanças planos reformas, Habitação…
Os trabalhadores independentes para efeitos de IRS podem apresentar as mesmas despesas que os trabalhadores independentes: referente ao IVA tem de gerar despesas para poder ter lugar ao seu reembolso. Os trabalhadores independentes para poderem trabalhar e passar recibos, têm que ir às Finanças dar inicio à actividade, compra um livro de recibos e fica inscrito no regime de isenção de IVA: logo que os rendimentos anuais ultrapasse uma estimativa de dez mil euros passa automaticamente no regime de IVA, e passa a ter escrita organizada ou contabilidade, dependendo também do seu volume de negócios. Tem também de se inscrever obrigatoriamente na Segurança Social.

Organograma do Agr. Vert. Esc. Vila Pouca de Aguiar Sociedade Tipo II


Os Órgãos de administração e gestão do agrupamento de escolas de Vila Pouca de Aguiar Sul, são:
O Conselho Geral; É o órgão de direcção estratégica responsável pela definição das linhas orientadoras da actividade do Agrupamento, assegurando a participação e representação da comunidade educativa.

Composição

Docentes ....................................................................................7
Pessoal não docente ................................................................... 2
Representantes dos pais e encarregados de educação ................ 4
Alunos representantes do ens. sec. e da educ. de adultos ........... 2
Representantes do município ..................................................... 3
Representantes da comunidade local .......................................... 3
TOTAL ..................................................................................... 21

Director

O Director é o Órgão de Administração e Gestão do Agrupamento nas áreas pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimonial.
O Director é coadjuvado no exercício das suas funções por um Subdirector e por três Adjuntos.


Conselho Pedagógico

O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e orientação educativa do Agrupamento.
Reúne ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que
seja convocado pelo respectivo presidente, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos seus
membros em efectividade de funções ou sempre que um pedido de parecer do Conselho Geral ou do
Director o justifique.

O Conselho Pedagógico é constituído pelos seguintes elementos efectivos:
Director ...................................................................... 1
Coord. do Cons. de Doc. do Pré – Esc. ......................... 1
Coord. do Cons. de Doc. do 1. ° Ciclo ........................... 1
Coord.dos Dep. Curric. (2. ° e 3.° Ciclo e Sec.) ............. 4
Coord. de Dir. de Turma (2. ° e 3. ° Ciclos) ...................1
Coord. de Dir. de Turma (Ens. Sec.) ............................ 1
Repres. dos Serv. Esp. de Ap. Ed. ................................1
Repres. de Pais e Enc de Ed. ........................................1
Repres. do Pessoal Não Doc. ...................................... 1
Coord. da Biblioteca Escolar ...................................... 1
Repres. dos alunos (Ens. Sec.) .................................... 1
Coord. das Novas Oportunidades ............................... 1


Conselho Administrativo

O Director, que preside;
O Subdirector ou um dos Adjuntos do Director, por ele designado para o efeito;
O Chefe dos Serviços de Administração Escolar, ou quem o substitua.